sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Pseudo-Justiça!

Pseudo-Justiça:

Julgar e não fazer justiça é pior que cometer um crime, pois, o juiz que tem a oportunidade de fazer justiça, se mantém inerte e peca pela omissão ou covardia. O juiz com uma simples caneta pode fazer justiça sem olhar a quem (vítima pobre ou rica) e aliviar a dor de pessoas inocentes que nunca cometeram nenhum mal.  Mas isso nem sempre acontece! É o caso do bebe de 2 meses que foi contaminado pelo vírus HIV em transfusão de sangue ocorrida em hospital da rede pública do DF.   A saúde pública que deveria ser impecável, por ser um direito fundamental, paga por nós, é negligenciada o tempo todo. E a justiça que deveria “consertar” essa falha na saúde, também não o faz. Assim, o que deveria ser um direito fundamental (saúde) se torna uma “sentença de morte” na qual o paciente é condenado duas vezes: a primeira quando se submeteu a um tratamento de saúde, ao invés de se curar, é contaminado pelo vírus HIV; a segunda quando tendo a oportunidade de ser ressarcido por danos morais “in re ipsa” (que derivam do próprio fato), acaba “ganhando na Justiça” uma indenização irrisória de R$100.000,00 (cem mil reais). Será mesmo que se esse bebê fosse da família do Desembargador essa indenização seria deste porte? Aliás, esse valor não paga sequer o carro que os Desembargadores têm a sua disposição que, por sinal, é pago com o nosso dinheiro! É isso que chamamos de Justiça?  Acorda Brasil!    

Sylvana Machado Ribeiro .  

Nenhum comentário:

Postar um comentário